Arquivos Secretos de Ravnica. A Primeira Expedição
Ato I –A chegada
Lavínia checava mais uma vez os preparativos apesar de ter
certeza que estava tudo em ordem. Ela estava bem consciente do risco tanto para
ela quanto para seus “ convidados ‘’.
Aquele salão circular no do meio distrito X normalmente era reservado
para audiências de grande porte devido ao seu tamanho. Mas hoje ela garantiu
que estaria oficialmente indisponível para seus colegas devido a reparos
necessários. Não estava mentindo, é claro, muita coisa precisava de reparos,
mas não era o salão de audiência. Antes que pudesse completar esse pensamento
ela sente uma corrente de ar circular o ambiente carregando folhas de processos
importantes e derrubando pequenos itens nas mesas. No meio ao salão, em pleno ar, surge de um único ponto expandindo em
formato circular, um portal formado por milhares de faíscas azuis. Para Lavínia era como se o ar a sua frente a um momento atrás fosse apenas uma cortina agora sendo rasgada
revelando um mundo além de seu próprio, um outro multiverso.
O arco do portal era relativamente grande, o suficiente para passar um ogro ou algum ser maior. Ela já havia visto muitos planeswalkers viajarem, mas os métodos usados por essa tal academia eram únicos.A Azorius agradece internamente pelo processo não fazer muito barulho, com exceção das várias vozes vindas do círculo arcano. Ela viu vultos que, em segundos, se transformaram em humanoides de todos tipos. A frente vinha os três que, aparentemente, guiavam a academia, dentre eles o rapaz que havia entrado em contato com ela a duas semanas atrás. Conversando entre eles animados, vinham os membros da academia, cada um mais diferente um do outro, algumas raças que nunca imaginaria que existia. As conversas entre eles era, em sua maioria, em tons alegres de empolgação enquanto comentavam sobre aproveitar o que estava preste a acontecer. A visível desaprovação da encarceradora sobre a falta de seriedade com a situação não passou despercebido.
O arco do portal era relativamente grande, o suficiente para passar um ogro ou algum ser maior. Ela já havia visto muitos planeswalkers viajarem, mas os métodos usados por essa tal academia eram únicos.A Azorius agradece internamente pelo processo não fazer muito barulho, com exceção das várias vozes vindas do círculo arcano. Ela viu vultos que, em segundos, se transformaram em humanoides de todos tipos. A frente vinha os três que, aparentemente, guiavam a academia, dentre eles o rapaz que havia entrado em contato com ela a duas semanas atrás. Conversando entre eles animados, vinham os membros da academia, cada um mais diferente um do outro, algumas raças que nunca imaginaria que existia. As conversas entre eles era, em sua maioria, em tons alegres de empolgação enquanto comentavam sobre aproveitar o que estava preste a acontecer. A visível desaprovação da encarceradora sobre a falta de seriedade com a situação não passou despercebido.
"Uma boa tarde Lavínia!" disse o tutor Bob se aproximando
com um sorriso enquanto os outros tutores se certificavam que todos haviam
chegado. "Sei que o que deve estar pensando mas acredite em mim. Cada um
desses magos a sua frente está preparado. Cada um deles carrega suas próprias
cicatrizes, experiência e vieram para ajudar a restaurar o equilíbrio de
Ravnica. Estão apenas animados em ajudar um plano tão incrível quanto o seu."
Não era a primeira vez que Lavínia o via, ao contrário da
maioria dos outros planes a sua frente, ainda não conseguia identificar sua
origem pelas vestes que ele usava. Durante o desaparecimento de Jace, ela havia
passado suas horas livres lendo as anotações do esculpidor de mente sobre
outros universos e culturas. Parecia que cada parte de sua roupa vinha de um
plano diferente, mas tinha certeza que seu torso era vestido por peças de Innistrad
e algumas de Kaladesh, infelizmente havia conhecido outros planeswalkers desses
lugares para reconhecer o estilo. Ele continuou olhando para sua anfitriã, com a mão aberta direcionada aos membros atrás dele. Sua voz, alta e clara tomou o salão.
"Eu lhe apresento: a Bacon Arcano"
"Eu lhe apresento: a Bacon Arcano"
Ato II - Ex-encarceradora
A luz vinda do sol nascendo finalmente alcança o Tutor Bob
no topo de um alto prédio de onde ele olhava para a cidade monitorando tudo que
acontecia com os vários planes em campo. Dando apoio como pudesse para
os membros agora espalhados em duplas por toda cidade, cada um dos
planeswalkers recebeu um artefato especial com a imagem do próprio Bacon que
permitia, ao tutor, esse monitoramento. A estratégia de cada membro escolher e investigar uma
guilda estava se mostrando eficiente e já estava recebendo relatórios
promissores de várias partes. No entanto, ele não contava apenas com isso. Havia escutado um rumor suspeito envolvendo um
ataque violento a um membro izzet sem fama ou invenções. Algo estava
acontecendo. Lavnia havia deixado claro para ele que o clima na cidade estava
mais tenso a cada dia. A própria Isperia, mestre dos Azorius havia
convocado uma reunião entre todas as guildas, ele sabia que não eram os únicos
agindo na cidade. A Bacon precisava ser rápida e por isso fez questão de ter
uma dupla com os objetivos mais direto que os demais.
Bob abre um sorriso ao ver, pelo artefato, que não estava
errado em sua escolha. Os dois se moviam pelas ruas, vielas e pontes da cidade
de uma maneira que nenhum forasteiro poderia. Afinal, ele levou em consideração que Ravnica era o plano natal
de ambos e sabia que eles passavam bastante tempo aqui quando não estavam na
academia. Se concentrando um pouco mais, Bob pode visualizar uma figura feminina
em uma postura tímida. Um vestido roxo desfiado nas pontas que ia até o joelho
deixando a mostra sua pele branca, o cabelo volumoso em um tom forte de roxo, a
bruxa planeswalker Sirius. O outro membro, uma figura masculina com um ar bem
receptivo a todos em volta dele naquele momento lhe acompanhava. As luzes vindas dos estalos
elétricos refletiam nas placas de metal de seu traje pintado com as cores dos
próprios Izzet, com exceção pelo de seu torso, vestido com uma cota de algodão e
couro preto, o mago Monteiro . Os dois já se encontravam diante do principal portão da guilda
Izzet. Bob sabia que para passar por um desses você teria que se submeter a algumas burocracias. Porem, como o tutor havia previsto, ao invés de questionamentos a primeira interação é de um dos porteiros
gritando saudações amigáveis para Monteiro. Bob sabia que a relação amigável
dele com os Izzet, nascida de negócios e trabalho mercenário, viria a ser útil.
Quando a bruxa e o
humano chegaram ao andar trinta e dois da principal torre da guilda, eles se depararam com
uma porta de aço bem mais protegida que a maioria das outras passagens. Não só os usuais mecanismos automáticos de tranca de aço, mas os dois
imediatamente notaram a presença de encantamentos de detenção Azorius. Monteiro
em confusão comunica telepaticamente através do artefato.
"oooooh Bob, acho que tem alguma coisa errada. A porta tá
mais trancada que tudo, mas porque tem encantamento Azorius nisso aqui?"
Ao esperar alguns segundos sem uma resposta é surpreendido com um o leve toque no ombro tendo sua atenção chamada por Sirius para uma figura
de uma mulher ruiva, com roupas Izzet bem mais leves que o usual e um olhar
suspeito para os dois Tendo em uma mão uma runa Azorius e na outra alguma
magia elétrica pronta para ser usada. Em uma voz firme e clara ela diz :
"Cidadãos. Segundo a lei A473.23 seção B, vocês têm 5.6 segundos para me explicar o porquê estão tentando adentrar um local privado antes que eu possa, legalmente, torra-los."
"Cidadãos. Segundo a lei A473.23 seção B, vocês têm 5.6 segundos para me explicar o porquê estão tentando adentrar um local privado antes que eu possa, legalmente, torra-los."
...
Apesar de ainda estar surpresa não conseguindo acreditar que
o Monteiro em 5.4 segundos conseguiu explicar tudo, Sirius toma um momento para tomar mais um gole do chá em suas mãos. Apesar dela achar triste ver a uma
planta rara como flor de rosenea, muito requisitada para elixir de regeneração
e cura de venenos, sendo usado como bebida ela tinha que admitir que estava uma
delícia. Ela coloca a xícara na mesa cheia de anotações e livros enquanto
repara no local. Além do Monteiro e a Izzet, A bruxa esperava o usual caos de
um laboratório Izzet mas foi surpreendida por um recinto extremamente limpo,
grande, com várias anotações cobrindo de forma organizada todas as paredes. Os equipamento pelo o quarto estavam cuidadosamente posicionados de
uma maneira que nada ficasse no caminho enquanto transitasse de um canto para o
outro. De repente se lembra de sua loja de artigos mágicos e sente uma urgente
vontade de ir lá e organizar tudo que tinha deixado fora do lugar antes de
sair.
Seus pensamentos são interrompidos quando sua anfitriã chega perto dela com o bule de chá em mãos enchendo sua xícara novamente. "Então senhorita Tiana" Diz Sirius olhando o rosto de expressão gentil a quem se referia. "Eu agradeço o chá mas estamos com um pouco de pressa. Poderia nos explicar como exatamente uma Encarceradora Azorius de alta patente se torna uma cientista Izzet? Eu tenho experiência com artigos mágicos e reparei suas anotações na parede. Elas harmonizam de uma maneira única o melhor da magia de duas guildas."
Monteiro, que estava a aproveitar seu primeiro gole no chá, imediatamente engasga ao ligar os pontos em sua mente. Reconhecendo a lenda Azorius a frente deles. Sirius continua "Fomos mandados para investigar um estranho ataque a uma inventora nova e sem nenhum histórico. Mas parece que você não é alguém ordinária, senhora Tiana."
Seus pensamentos são interrompidos quando sua anfitriã chega perto dela com o bule de chá em mãos enchendo sua xícara novamente. "Então senhorita Tiana" Diz Sirius olhando o rosto de expressão gentil a quem se referia. "Eu agradeço o chá mas estamos com um pouco de pressa. Poderia nos explicar como exatamente uma Encarceradora Azorius de alta patente se torna uma cientista Izzet? Eu tenho experiência com artigos mágicos e reparei suas anotações na parede. Elas harmonizam de uma maneira única o melhor da magia de duas guildas."
Monteiro, que estava a aproveitar seu primeiro gole no chá, imediatamente engasga ao ligar os pontos em sua mente. Reconhecendo a lenda Azorius a frente deles. Sirius continua "Fomos mandados para investigar um estranho ataque a uma inventora nova e sem nenhum histórico. Mas parece que você não é alguém ordinária, senhora Tiana."
"Em quinze anos de trabalho árduo como encarceradora aprendi a não
confiar, eu apenas acredito em evidencias" Tiana diz enquanto calmamente servia
para si um pouco e chá.
Monteiro levanta da cadeira onde estava dispara a falar
enquanto suas mãos gesticulam sua empolgação com o assunto em mente.
"Moça, o que você tem aqui é simplesmente ... incrível. Eu estava fazendo minha própria análise e você resolveu alguns problemas de electromagnetismo que até o Niv Mizzet ainda procura resposta. Fomos mandados aqui para te ajudar sem interesse algum de guilda. Digamos que nossa organização vem de outro universo, mas que fomos convidados para estar aqui hoje."
"Moça, o que você tem aqui é simplesmente ... incrível. Eu estava fazendo minha própria análise e você resolveu alguns problemas de electromagnetismo que até o Niv Mizzet ainda procura resposta. Fomos mandados aqui para te ajudar sem interesse algum de guilda. Digamos que nossa organização vem de outro universo, mas que fomos convidados para estar aqui hoje."
Quando o jovem mago termina de falar ele tira um item que
foi entregue a ele antes de sair para a missão. O sinete Azorius da própria
encarceradora no Decimo distrito, Lavinia.
"Bem ... " A inventora diz finalmente mostrando preocupação
em sua expressão. "Quando eu ainda estava nas fileiras Azorius, sempre tomei a
curiosidade Izzet como a característica mais perigosa deles. Porque curiosidade
é inconsequente. Como vocês dois devem saber, eu fiz meu nome no distrito sendo
a encarceradora encarregada de vigiar projetos ilegais ou perigosos, e eu era
muito boa, impedindo vários desastres de acontecer... Mas não todos. Toda via, eu tinha bons resultados graças ao hábito de estudar todos os projetos que eu
confiscava para aprender a pensar como os infratores, para pode
prever os seus movimentos e saber a melhor maneira de agir. A questão é que
depois de alguns anos estudando muita ciência Izzet eu me peguei fazendo isso
no meu tempo livre e, de vez em quando, testando algumas coisas eu mesma para ver
se realmente funcionavam."
Tiana olha para as anotações e plantas de projetos nas
paredes com um ar de serenidade.
"A verdade é que eu me apaixonei por tudo isso. Afinal, uma
experiência pode ser tão bem planejada e controlada quanto um processo
jurídico. A emoção de pegar projetos caóticos e controlar eles trazendo ordem
me cativou e eu me vi fazendo cada vez mais experimentos. Até que eu
deixei um pensamento curioso sobrepor meu juízo."
A inventora abre uma planta na mesa de centro da sala
revelando um dispositivo intitulado “ Projeto Manto“
"Os Azorius tem uma magia desenvolvida para comunicar
diretamente com a mente de todos os seres vivos de Ravnica. Sua função é comunicar novas leis e
reforça-las de maneira impecável, eliminando a justificativa de ' eu não sabia' . É um dos nossos principais ' tesouros' da guilda e o protegemos com nossas vidas. Pois, algo como isso nas mãos erradas seria muito
perigoso. E eu era uma das poucas operadoras desse mecanismo. Junto com meus
estudos Izzet, eu, naturalmente, comecei a reparar na maneira que como tudo funcionava
e aprendi algumas coisas bem únicas. Conhecimento que me deixava acordada a
noite com as possibilidades do que eu poderia fazer com aquilo... E então eu
decidi abandonar tudo para saciar minha curiosidade. Desertei e me tornei uma
inventora Izzet e fundei meu próprio laboratório. Dois anos de trabalho depois, finalmente tive meus primeiros resultados, uma ampliação das funções iniciais do
comunicador em massa além de uma redução no custo. Meu progresso estava sendo incrível. Até que
... meu dinheiro que sustentava o projeto acabou"
Sirius e Monteiro olharam um para o outro, a bruxa com um
olhar simpatizante para a ex Azorius enquanto Monteiro estava completamente se
identificando na situação. Tiana continua. "A um tempo atrás eu fui em busca de qualquer tipo de
patrocinador, mas por eu não ter nome nos Izzet eu não fui nem escutada. E em
um dessas buscas eu perdi meu diário semanal na rua. Quando me dei conta, não
fazia ideia nem de onde procurar, e então, dois dias depois meu laboratório
sofreu uma tentativa de invasão. E eu só queria saciar minha curiosidade de até
onde essa ciência poderia ir... eu..."
Ela é interrompida quando Sirius, com uma expressão de preocupação, levanta um dedo sinalizando para que todos parassem de se mover. O silêncio misterioso segue por alguns segundos até o momento que os outros dois percebem o que ela queria que eles vissem. Um baixo zunido podia ser ouvido de algum canto da sala, todos levantam devagar de suas cadeiras enquanto procuram a fonte desse barulho. Monteiro, ao murmurar algumas palavras arcanas, faz com que seus olhos brilham em azul e localiza a fonte do barulho. A dois metros dele, entre dois equipamentos de ferro, havia0 três insetos espião dimir.
Monteiro rapidamente indica para Sirius o local dos intrusos
que os finaliza com uma magia de morte preta que emana rapidamente de suas
mãos. Durante o caos, a inventora Izzet apenas fica surpresa com a eficiência
dos dois magos.
"Nós precisamos comunicar isso aos tutores, nem mesmo os Azorius podem ter posse de algo como isso. Não é seguro." Sirius diz se
preparando para usar o artefato de monitoramento.
"Cara, nós vamos é pegar isso e sair daqui agora mesmo." Monteiro pega o projeto e vai até a porta enquanto fala. "Avise o Bob que
vamos precisar da ajuda do pessoal para garantir a segurança de Tiana e de seu
projeto e um planes de dragão para cobrir nossa recuada para o décimo distrito é bem vindo.
Antes de vir, a Airi disse que também estaria aqui no distrito Izzet e ..."
Monteiro para de falar quando, ao abrir a porta, dá de frente
com uma mulher olhando-o fixamente com um leve sorriso. Mesma altura dele, cabelos longos na frente que eram cada vez
mais curtos conforme iam para a nuca, pele branca, quase pálida e roupas feitas
de tecidos pesados com variações de cores do preto ao azul. Monteiro é parado em seu avanço para fora da sala e sem olhar para trás diz " Oh Tiana, se você estava esperando visita, eu acho que chegou."
Tiana congela seu movimento com as palavras e apenas murmura " Eu não chamei ninguém ..." As palavras foram o suficiente para que monteiro tomasse a iniciativa. O mago rapidamente começa a conjurar a magia de fogo corte em sua mão direita mas é interrompido quando a figura misteriosa ativa seu amuleto Dimir para anular seu feitiço. O mago da Bacon solta os projetos da outra mão para conjurar um sabotagem para impedir o efeito do amuleto, permitindo que o corte seja resolvido acertando a Dimir em seu ombro. A agente é empurrada para trás mas, conjura adagas de sombra mirando no pulso do mago da Bacon, o fazendo instintivamente desviar e se afastar do projeto no chão. As mesmas adagas vão na direção de Sirius que consegue desviar mas, é impedida de atacar de volta . A invasora pega o projeto com a mão direita e, ao ver Tiana conjurando circulo de banimento, ela salta para o lado usando sua mão esquerda como apoio girando seu corpo no ar, se esquivando da magia de restrição
Tiana congela seu movimento com as palavras e apenas murmura " Eu não chamei ninguém ..." As palavras foram o suficiente para que monteiro tomasse a iniciativa. O mago rapidamente começa a conjurar a magia de fogo corte em sua mão direita mas é interrompido quando a figura misteriosa ativa seu amuleto Dimir para anular seu feitiço. O mago da Bacon solta os projetos da outra mão para conjurar um sabotagem para impedir o efeito do amuleto, permitindo que o corte seja resolvido acertando a Dimir em seu ombro. A agente é empurrada para trás mas, conjura adagas de sombra mirando no pulso do mago da Bacon, o fazendo instintivamente desviar e se afastar do projeto no chão. As mesmas adagas vão na direção de Sirius que consegue desviar mas, é impedida de atacar de volta . A invasora pega o projeto com a mão direita e, ao ver Tiana conjurando circulo de banimento, ela salta para o lado usando sua mão esquerda como apoio girando seu corpo no ar, se esquivando da magia de restrição

"Você não sabe com o que você está mexendo escoria Dimir!" Tiana grita enquanto prepara outro selo de restrição
"Pois eu tenho certeza que sou a única aqui que sabe o que
está fazendo querida." A figura misteriosa fala calmamente enquanto responde com repulsão psíquica à outra magia invocada por Monteiro redirecionando ela para a Izzet. Tiana consegue reunir a mana para
uma absorver a magia direcionada a ela mas não tem tempo de responder a mais
uma adaga jogada em seguida que a atinge no peito. Um grito seco sai dos lábios
de Tiana enquanto ela sente além do sangue saindo de seu corpo, algo ardente
adentrando suas veias.
Monteiro vê a cena
mas mantém a calma, aproveitando a abertura atingindo a Dimir com um ataque mental consultar os necrosábios. O efeito é imediato e ela vacila em agir. Sirius aproveita para invocar uma magia de
drenagem atingindo-a e sugando uma grande parte de sua força vital, fazendo a mulher misteriosa dar as costas e se afastar
correndo em direção a porta com o projeto em mãos. Monteiro sabia que ela não poderia ter mais de uma
magia pronta em sua mente depois de usar tanta coisa e ainda ser atingida por
um ataque mental. Desde que essa última magia não fosse uma anulação, ele conseguiria
derrubar ela com seu feitiço mais poderoso. Ele também estava sem recursos e teria que ser suficiente. Ele decide arriscar usando toda sua mana, a Dimir olha para trás
e percebe a intenção do mago da Bacon em acertá-la com um MACHADO DE LAVA e então ela age. Sua última magia se revela uma
antecipação conseguindo trazer para sua mente um negar anulando a magia de
Monteiro. A mulher então faz um sinal de beijo para ele e passa pela porta
correndo, saindo da vista dos dois magos e levando os planos com ela.
Sirius, pela primeira vez vê Monteiro com uma feição
que não era a leve e receptiva de sempre, mas rapidamente se atenta a pessoa
ferida na sala quando ouve o engasgar vindo do corpo sangrando no chão. Ela se
ajoelha ao lado de Tiana, a olhando nos olhos cheio de lagrimas e pânico, com o
folego rápido mas claramente não conseguindo ar suficiente. Sirius percebe, pela
reação, que deve ser um veneno de produção Golgari, usualmente vendido no
mercado negro... Sirius sabia que podia tratar ela mas não tinha nenhuma erva
consigo para fazer algo que parasse o efeito do veneno. Ela respira fundo
considerando suas opções enquanto aperta a mão da Izzet. Apesar da luta a sala
ainda estava perfumada com o cheiro do chá da flor de rosenea. Quando ela
termina esse pensamento, ela se lembra das propriedades de cura e anti-veneno da
planta que é a base do chá e parte imediatamente para pegar as folhas reservas
na pia do laboratório. Com uma magia preta trabalha a planta, ressecando-a e tirando sua essência. Sirius se ajoelha novamente e deposita essa essência na
ferida da já inconsciente inventora.
Mil pensamentos passam pela mente de Monteiro quando ele se aproxima e olha Sirius tentando amenizar sofrimento da Tiana. O combate foi rápido e durou menos de 15 segundos, que pareceram uma eternidade enquanto ele buscava o porquê. Passava pela sua mente se talvez ele tivesse sido agressivo demais com o primeiro movimento, se ele fez algo na ordem errada ou foi sorte da oponente. Se pelo menos aquele MACHADO DE LAVA tivesse resolvido. Se ele tivesse uma anulação naquela hora... E ele se lembra que ele a gastou protegendo uma jogada inicial. Que talvez se ele tivesse tomado uma decisão diferente... Era mais um porquê que iria atormentá-lo por muito tempo.
O mago é retirado de sua espiral mental quando Sirius olha para ele, e ela encontra o usual sorriso reconfortante e receptivo. Monteiro pergunta a ela se Tiana vai ficar bem mas ela não responde. Ela não tem certeza...
Mil pensamentos passam pela mente de Monteiro quando ele se aproxima e olha Sirius tentando amenizar sofrimento da Tiana. O combate foi rápido e durou menos de 15 segundos, que pareceram uma eternidade enquanto ele buscava o porquê. Passava pela sua mente se talvez ele tivesse sido agressivo demais com o primeiro movimento, se ele fez algo na ordem errada ou foi sorte da oponente. Se pelo menos aquele MACHADO DE LAVA tivesse resolvido. Se ele tivesse uma anulação naquela hora... E ele se lembra que ele a gastou protegendo uma jogada inicial. Que talvez se ele tivesse tomado uma decisão diferente... Era mais um porquê que iria atormentá-lo por muito tempo.
O mago é retirado de sua espiral mental quando Sirius olha para ele, e ela encontra o usual sorriso reconfortante e receptivo. Monteiro pergunta a ela se Tiana vai ficar bem mas ela não responde. Ela não tem certeza...
Bob finalmente consegue entrar em contato com o artefato de
monitoramento de Monteiro e Sirius. Alguma coisa estava interferindo sua
comunicação com eles a algum tempo. Quando se concentra ele vê a cena com seus
próprios olhos através do artefato. Ele não precisou perguntar para saber o que
poderia ter acontecido. Após alguns longos segundos de reflexão ele contata um
amuleto diferente para lidar com a situação.
"Andreia ... Tenho algo que vai precisar da sua
atenção."






Parabens aos escritores e ilustradores. Ficou excelente. Ótima leitura e muito imersiva no Universo de Ravnica e Bacon.
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